Sobre o Orla
Somos um jornal local com tom conversacional — feito por cariocas que moram nos bairros que cobrem e que acreditam que notícia de bairro merece o mesmo cuidado editorial das manchetes nacionais.
O Orla surgiu em 2025, quando três jornalistas cansados de ver o Rio reduzido a imagens de praia decidiram criar um espaço para histórias do cotidiano: obra na calçada, bonde que atrasa, feira que vira tradição, mudança de linha de ônibus que afeta quem trabalha na Zona Sul e mora na Zona Norte.
Cobrimos principalmente a Zona Sul — Copacabana, Ipanema, Leblon, Leme —, mas também Santa Teresa, Lapa e Barra da Tijuca quando o assunto impacta quem cruza a cidade. Transporte, cultura carioca, eventos de rua e vizinhança estão no centro da nossa pauta.
Equipe
Camila Rocha — Editora. Carioca da Gávea, cobre Zona Sul e políticas de orla há dez anos.
Thiago Mendes — Repórter de transporte. Morador da Barra, acompanha BRT, metrô e mobilidade urbana.
Julia Santos — Cultura e eventos. Santa Teresa de coração, cobre arte, música e festas de bairro.
Como publicamos
Não temos sala de redação física — somos um time enxuto que se encontra em reportagens, audiências públicas e eventos de bairro. Cada matéria passa por pelo menos uma revisão interna antes de ir ao ar. Quando atualizamos um texto por mudança de cronograma de obra ou nova decisão da prefeitura, indicamos a data no topo.
O Orla não é guia turístico de primeira viagem ao Rio. Não listamos "top 10 praias" nem roteiros genéricos. Preferimos explicar como a cidade funciona para quem mora aqui: onde o ônibus costuma atrasar, qual feira de bairro vale a pena num sábado de chuva, como uma intervenção na orla afeta quem caminha com carrinho de bebê.
Financiamos a operação com apoio de leitores e parcerias editoriais claramente identificadas — nunca com cobertura comercial disfarçada de reportagem. Não vendemos posição em matéria nem aceitamos texto patrocinado sem rótulo visível.
A redação se reúne virtualmente às segundas para definir pauta da semana. Priorizamos histórias com impacto tangível no cotidiano — obra que muda calçada, linha de ônibus cortada, feira que fecha após décadas. Turismo aparece quando conversa com moradia e trabalho, não como catálogo de atrações.
Escreva para [email protected] ou consulte nossa política editorial.